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Berlin Costelaria | Bernardinho se irrita com falhas, mas Rio se esforça e vence o Brasília fora

Bernardinho se irrita com falhas, mas Rio se esforça e vence o Brasília fora

Terça - 25/02/2014

A irritação de Bernardinho era constante. As falhas, também. O Rio de Janeiro parecia um pouco nervoso em sua apresentação contra o Brasília, nesta terça-feira, no ginásio Nilson Nelson. Mas, depois de uma derrota para o Sesi-SP em São Paulo, a vitória parecia o único resultado aceitável para as cariocas, que, apesar de já estarem classificadas para os playoffs, querem o topo da tabela. E foi na base da superação.
Depois de um primeiro set equilibrado com superioridade do Rio no finzinho, apesar do Brasília estar muito melhor nos saques, o time perdeu a segunda etapa, mas levou a terceira, com uma melhora significativa na parte técnica e um apagão, que não comprometeu no placar final, no finzinho do quarto set. Até mesmo Bernardinho demonstrava mais tranquilidade nas paradas da partida. E, no fim das contas, melhor para o time carioca, que venceu por 3 a 1, parciais de 21/18, 19/21, 21/18 e 21/18.
Surpreendentemente, o Troféu Viva Vôlei de melhor atleta foi para Fran. Ela fez apenas quatro pontos, mas esteve em quadra como sacadora em uma momento decisivo do jogo, quando o Rio parecia desligado. Ou seja, foi fundamental para a vitória.
- Não pelo Troféu, mas pela partida e pela vitória da equipe. Foi um jogo bem equilibrado. Nenhum dos dois lados cedeu. Temos que melhorar e aprender com os erros. O coração está feliz, com certeza. Feliz e empolgada para ajudar a equipe, claro - comentou Fran.

O jogo

A partida começou bastante equilibrada. Na metade do primeiro set, o Brasília se sobressaia nos saques, principalmente com Camila Adão. Enquanto isso, o Rio de Janeiro parecia estar com dificuldades nesse fundamento. Afinal, como já havia previsto Valeskinha antes do jogo, por ter dimensões maiores, o ginásio Nilson Nelson seria mais complicado de se adaptar.
Mesmo assim, o time de Bernardinho conseguia seguir colado ao adversário no placar. O treinador, aliás, demonstrava bastante irritação com a equipe em determinados momentos. Mas o Rio tem jogadoras experientes que, no fim da etapa, conseguiram passar as rivais. Primeiro, com cortada da Carol, fizeram 20 a 18. E com Roberta no saque e contra-ataque de Brankica Mihajlovic de diagonal, a equipe carioca fechou em 21 a 18.
O segundo set teve um início um pouco parecido com o do primeiro. Mas a superioridade do Rio apareceu antes. Maior pontuadora da partida até então, Mihajlovic brilhou em uma bola complicada salva de maneira espetacular pela líbero Fabi. Do lado do Brasília, Elisângela era o destaque. Mas o Rio voltou a falhar, e Bernardinho, a ficar nervoso. O técnico do Brasília pediu saque em Sarah Pavan.
- Ela não é boa na defesa - disse.
A equipe, contudo, parece não ter escutado o comandante. O Rio voltou à dianteira, apesar do técnico carioca estar insatisfeito. Em uma das conversas com as jogadoras, ele chamou a atenção de Roberta por um erro em seu levantamento. O Brasília conseguiu dois bloqueios seguidos e até chegou a um set point. Mihajlovic marcou e foi para o saque. A loira sacou na rede e deu a etapa para o time da casa: 21 a 19.
No terceiro set, o Rio voltou mordido. Gabi abusou das pancadas, e Mihajlovic seguiu bem, mas a recepção era ruim. O Brasília se aproveitou e marcou muito nos saques. Elisângela e Camila Adão se destacaram e conseguiram a virada: 10 a 8. Enfim, uma das equipes conseguiu abrir boa vantagem. No caso, o time da casa, que chegou a ter cinco pontos à frente do rival.
O Rio reagiu com Gabi bem na rede, Roberta se desdobrando nos levantamentos e Fran no saque, com quatro pontos. Quando Dani Scott cometeu um erro, o time carioca conseguiu empatar: 18 a 18. Gabi virou o confronto com mais uma ataque pela ponta. E a equipe de Bernardinho conseguiu fechar em 21 a 18 com três bloqueios corretos em sequência.
Paula Pequeno começou pontuando para o Brasília no quarto set. Mas o Rio estava bastante focado. O time do Distrito Federal começou a errar nos saques que, até então, tinham sido um fundamento importante para a equipe no jogo. Mihajlovic continuou pontuando. Em um momento, até salvou uma bola ruim de Roberta. Do lado do time da casa, Elisângela continuava bem. O Rio, que ganhava por 17 a 12, sofreu um apagão e deixou o rival empatar em 18 a 18. Mas, com Roberta no saque, e bloqueio de Carol, as cariocas venceram por 21 a 18.
Fonte: globoesporte

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