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Berlin Costelaria | Médico do Corinthians mostra marca deixada por invasão: Uma agressão

Médico do Corinthians mostra marca deixada por invasão: Uma agressão

Terça - 04/02/2014

No dia 17 de setembro de 2010, o médico Joaquim Grava era homenageado com a inauguração do novo centro de treinamento do Corinthians, dando nome ao local que passaria a ser a casa do time profissional durante o ano. No último sábado, foi nesse mesmo local que ele passou os piores momentos desde que chegou ao clube, em 1979, como ele mesmo relata ao “SporTV News”, relembrando a invasão de cerca de 100 torcedores, que protestavam diante da início ruim de temporada dentro de campo (assista ao vídeo).
- Estou no Corinthians desde 1979, já presenciei vários protestos, mas não desse jeito, não foi um protesto na verdade, foi uma agressão, um vandalismo. A minha sorte foi que um me reconheceu, fiquei extremamente nervoso, bati meu cotovelo e caí, naquele terror e pavor tive uma arritmia, minha pressão foi a 21 por 15. Os atletas permaneceram trancados no vestiário, uma barricada de armários foi feita, a comissão técnica ficou em outra sala - conta.O presidente do Corinthians, Mário Gobbi, já tinha revelado que o atacante peruano Paolo Guerrero, autor do gol que deu ao Corinthians o título mundial em 2012, foi “esganado” por um torcedor invasor, e Joaquim Grava conta que o jogador estava com o massagista no momento em que tudo aconteceu.
- O Guerrero estava na sala de massagem com meu massagista, e ele foi salvo pelo auxiliar de preparação física, o Fabricio, e meu massagista, mesmo assim parece que conseguiram tocar no Guerrero.
Alguns torcedores entraram com os rostos cobertos e, mesmo depois da confusão, ainda andaram pelo CT sem serem incomodados pela polícia. Nesta segunda-feira, o presidente lamentou o ocorrido, confirmou que vai reunir provas e depoimentos para abrir inquérito policial e chamou de crime a atitude dos organizados, que ameaçaram funcionários, foram atrás de jogadores e roubaram três celulares. Grava acredita que a polícia não estava preparada para lidar com o ocorrido.
- Não entendo de defesa, mas alguma coisa teria que ter sido feita. Mas a polícia nossa hoje não está podendo fazer isso, não é em São Paulo ou no Corinthians, acho que é no Brasil todo - disse o médico.
A Polícia Militar foi acionada logo depois da invasão e tentou conter os ânimos, porém não prendeu ninguém. No meio da confusão, um dos torcedores foi identificado como sendo um dos 12 presos em Oruro no ano passado, por conta da morte de um torcedor boliviano num jogo do Timão pela Libertadores da América. Segundo informação do jornal O Estado de S. Paulo, ele seria Tiago Aurélio dos Santos Ferreira.
Fonte:globoesporte

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