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Berlin Costelaria | Sem rancor, Magnano defende Nenê de vaias e recorda bolo de Faverani

Sem rancor, Magnano defende Nenê de vaias e recorda bolo de Faverani

Sexta - 01/11/2013

As vaias deram o tom do primeiro jogo da NBA no Brasil e atormentaram Nenê Hilário. A hostilidade ecoou até na Argentina, onde Rubén Magnano passava suas férias. Quase um mês depois da polêmica, motivada pela ausência do jogador na Copa América, o argentino que comanda a seleção brasileira saiu em defesa do brasileiro do Washington Wizards, que pediu dispensa por causa da uma fascite plantar no pé esquerdo.
- É triste vaiar um atleta de seu próprio país. Um jogador que acabou de defender o Brasil nos Jogos Olímpicos. Não sei se todos conhecem de perto como era a situação de Nenê, uma situação muito difícil. Sei qual era a condição do Nenê, do seu pé. Temos de entender sua postura diante disso - disse Magnano.
De peito aberto, o argentino abriu o jogo em um papo com a TV Globo e com o GloboEsporte.com. Depois do vexame da seleção brasileira na Copa América, ele teve tempo para refletir, embora problemas familiares tenham o deixado com a cabeça ocupada. Magnano, que sempre se apontou como primeiro culpado por não classificar o Brasil para a Copa do Mundo da Espanha do ano que vem, ressaltou que não pode fechar as portas para os jogadores que pediram dispensa, seja por motivos médicos ou pessoais. Tanto que ele não guarda rancor nem do pivô Vitor Faverani, que deu um “bolo” no treinador em um encontro marcado em Valência, há três anos, para conversar sobre a primeira convocação do jogador para a seleção principal.Desde o fim da Copa América (no começo de setembro) você ficou na Argentina e voltou há pouco tempo ao Brasil. Esse período serviu para refletir e voltar mais forte à seleção?
Rubén Magnano: Sem dúvida eu aproveitei esse tempo para avaliar o que aconteceu, para reforçar o desafio que temos pela frente. Ainda não tive uma reunião com a diretoria da CBB (Confederação Brasileira de Basketball), o que está marcado para o dia oito (de novembro). A partir daí as coisas vão ficar muito mais claras. Acho que encontraremos algumas respostas para o que aconteceu. O trabalho foi bastante similar em quantidade e em qualidade aos dos outros anos. Durante a preparação, passamos por muitas adversidades, que fazem parte da vida. Eu fiquei muito entusiasmado com a Copa Tuto Marchand (em Porto Rico, antes da Copa América), porque vi que a equipe estava bem, mas quando chegamos à competição, o volume de jogo não apareceu. Jogamos abaixo das nossas possibilidades. Em minha carreira profissional como treinador, foi a primeira vez que fiquei fora em uma primeira fase. É um aprendizado ruim.
Fonte: globoesporte

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