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Berlin Costelaria | Timão é recebido com protestos em aeroporto

Timão é recebido com protestos em aeroporto

Quinta - 24/10/2013

Cerca de 20 torcedores foram ao Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, protestar contra a eliminação do Corinthians na Copa do Brasil, após derrota nos pênaltis para o Grêmio, em Porto Alegre (veja os lances do jogo). Com faixas e gritos de protesto, os corintianos cercaram os jogadores no desembarque da delegação, mas não houve agressão física, principalmente por conta do forte esquema de segurança no local - policiais militares e membros da tropa de choque estavam à espera do grupo. Nenhum jogador quis dar entrevistas. Só Paulo André, em uma palavra, resumiu o que achava do protesto:
- Normal.
O principal alvo da ira dos torcedores era Alexandre Pato, responsável pela última cobrança - feita no estilo "cavadinha" e defendida por Dida. O atacante, porém, não estava com o grupo. Ele foi liberado pela diretoria para ficar em Porto Alegre, para resolver assuntos particulares. Segundo o presidente Mário Gobbi, Pato tinha uma audiência trabalhista na capital gaúcha. Uma faixa exibia o descontentamento dos torcedores com a forma como o atacante desperdiçou sua cobrança:
- Displicência, não!
O meia Danilo e o lateral Edenilson, que também erraram pênaltis, foram outros jogadores cobrados.
- Danilo, aposenta, seu velho! - gritaram os torcedores.
- Edenilson, vagabundo, mais respeito com a camisa do Corinthians! - emendaram.
O atacante Romarinho foi outro muito ameaçado pelos torcedores. Quando o jogador passou, um dos corintianos gritou:
- Romarinho, seu baladeiro, bêbado, a gente vai te pegar!
Ao contrário do que vinha ocorrendo em outros momentos de tensão, como após a derrota por 4 a 0 para a Portuguesa, o técnico Tite não foi poupado pelos torcedores e também foi xingado.
- Tite, tá de tiração (sic)! Vai embora do Corinthians.
O embarque da delegação em Porto Alegre, no aeroporto Salgado Filho, também foi tenso. Um grupo de torcedores organizados, que foi à capital gaúcha para assistir ao jogo, hostilizou os atletas. O lateral-direito Alessandro, um dos líderes do elenco, chegou a pedir calma. Um torcedor mais exaltado precisou ser contido por um segurança.
O presidente Mário Gobbi comentou a onda de protestos dos torcedores:
- É justo, é legal, desde que não tenha violência. Esse é um direito de manifestação do torcedor quando ele não está satisfeito.
Fonte: globoesporte

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